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sexta-feira, fevereiro 28, 2020

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“Alckmin deixará cargo com mais baixa popularidade que já experimentou”

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Jonas Mellohttps://www.jornaldelesteaoeste.com/
Jornalista radialista e editor-chefe do Jornal de Leste a Oeste e do blog do Jonas Mello
A lista das adversidades de Geraldo Alckmin na pré-campanha deste ano é bem maior do que na 2006, quando teve uma disputa interna tensa com José Serra antes de ser derrotado por Lula, registra O Globo. E começa em casa. Daqui 12 dias, Alckmin deixará o cargo com a mais baixa popularidade que já experimentou. Sua aprovação está em apenas 28%. Em abril de 2006, esse índice estava em 66%.
A receptividade da candidatura dele pelo eleitorado de São Paulo é vital para a sobrevivência na disputa. Político que mais tempo terá ficado à frente do governo de São Paulo — 13 anos —, Alckmin conta com os dividendos dessa hegemonia para abrir uma boa vantagem de votos no estado em relação aos adversários e chegar ao segundo turno.
 
É aí que uma segunda dificuldade, que também não existia em 2006, se apresenta. Alckmin está perdendo a eleição em seu próprio estado. Quatro anos atrás, ele foi reeleito no primeiro turno vencendo em 644 dos 645 municípios paulistas, mas hoje perde para o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas. Em 2006, nesse período, Geraldo Alckmin ocupava disparado o topo das sondagens, com 41% das intenções de voto.
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