Após 90 dias, origem do óleo nas praias é desconhecida, e ninguém foi indiciado

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Três meses depois de as primeiras manchas de óleo surgirem no litoral da Paraíba, o número de locais afetados ainda aumenta: mais de 800 pontos já foram atingidos, segundo o IBAMA-Instituto Brasileiro de Meio Ambiente Recursos Naturais Renováveis. O Governo Federal criou um grupo de trabalho para coordenar a resposta ao desastre e investigar sua origem. Apesar disso, nenhum navio ou empresa foi indiciado. 
Para o coordenador do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima), ligado ao IBAMA, a chance de encontrar a origem do óleo é cada vez menor. A investigação conduzida pela Polícia Federal – PF do Rio Grande do Norte em conjunto com a Marinha apontou o navio grego Bouboulina como o principal suspeito pela poluição.
No entanto, além dele, a Marinha do Brasil notificou outros 29 navios. Especialistas em análise de imagens por satélite questionam a validade do levantamento usado pela PF para chegar ao Bouboulina, porque o óleo no mar pode não ser visível em imagens de satélite.

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