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sábado, março 6, 2021

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Em janeiro, Brasil deve ter doses para só 30% do público inicial

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Jonas Mellohttps://www.jornaldelesteaoeste.com/
Jornalista radialista e editor-chefe do Jornal de Leste a Oeste e do blog do Jonas Mello

 

Caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA dê aval neste domingo (17/01), para as primeiras vacinas contra a COVID-19, o Brasil pode ter doses em janeiro para apenas 30% do público previsto na primeira fase do plano nacional de vacinação. Até então, essa fase, a primeira entre os prioritários, era planejada para ocorrer com trabalhadores de saúde, idosos acima de 75 anos ou asilados, população indígena e povos ribeirinhos, que somam 14,8 milhões de pessoas.

As vacinas submetidas à análise da Anvisa neste domingo, no entanto, devem atingir apenas 5 milhões de pessoas caso tanto os pedidos da Fiocruz e Butantan sejam aprovados, segundo cálculo inicial da Saúde apresentado em reunião com prefeitos. Isso ocorre devido ao fato de que, embora os dois laboratórios peçam aval juntos a 8 milhões de doses, parte delas (caso de 6 milhões do Butantan) exige uma segunda dose em intervalo de 21 dias, portanto só 3 milhões seriam aplicados em janeiro, enquanto outras (caso de 2 milhões da vacina de Oxford) devem ter intervalo de três meses.
Para especialistas, a baixa oferta inicial de doses indica que o Ministério da Saúde terá que definir, com urgência, “as prioridades das prioridades” para dar o primeiro passo na imunização até que haja um cronograma exato das doses nos meses seguintes. A reportagem apurou que a pasta planeja colocar nesse grupo idosos que vivem em asilos, indígenas aldeados e profissionais de saúde na linha de frente da COVID-19. Não há, porém, uma estimativa de quanto esses profissionais representam.
Embora a análise da Anvisa envolva 8 milhões de doses, o número real que estará disponível ainda dependerá do Brasil conseguir confirmar a entrega das 2 milhões de doses de vacinas previstas a serem importadas pela Fiocruz, cuja liberação imediata foi negada pelo governo da Índia. Caso isso não ocorra, a previsão inicial pode ser menor. O Butantan, que pleiteia aval para 6 milhões de doses, diz ter outras 4 milhões já prontas, mas cujo uso deve depende de novo pedido de aval à Anvisa. Já a Fiocruz não informou o cronograma de produção de mais doses, que ainda dependem da chegada de insumos.
A discussão demonstra parte dos desafios que o Brasil terá que enfrentar para iniciar a vacinação contra a COVID-19. O Ministério da Saúde diz já ter fechado contratos para obter 354 milhões de doses de vacinas ao longo deste ano. A pasta, porém, não divulgou os cronogramas detalhados, e seu uso também deve depender de novo aval da Anvisa—por isso, técnicos planejam o início da vacinação com base apenas nesses 8 milhões e fazem a conta para 5 milhões de pessoas.
Fonte: O Tempo
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